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domingo, 1 de julho de 2012

Venezuela, a terra de Bolivar

Como eu havia comentado em outro post, a Venezuela é não só o berço de Simón Bolívar, el Libertador, mas também se fez fã incondicional do homem. É inegável sua contribuição para a independência de diversos países latino americanos, mas na Venezuela ele poderia ser considerado um ídolo.

Caraca(s), um dia cheio de emoções!

Era o fim de um retiro, tiramos o mundo da pausa e pegamos o vôo de volta ao continente. Foi muito bom conhecer Los Roques, eu recomendo aos que gostam da simplicidade e do sossego aliados a um mar lindo e delicioso, mesmo pra quem tem medo de mergulho (como eu). 
Mas era hora da volta. Máquinas fotográficas a mão, no caso de termos perdido algum tom de azul, e logo chegamos ao Aeroporto Nacional, em Caracas.

Caio d´água e companhia

O Caio D´água é uma das ilhas mais distantes de Gran Roque para nadar e mergulhar de snorkel, e é também uma das mais famosas. Geralmente uma visita ao Caio inclui alguma outra ilha da redondeza, para aproveitar a viagem. 

terça-feira, 12 de junho de 2012

Kraski, a ilha das conchinhas

Mais um dia de passeio paradisíaco! Essa ilha era um pouco mais afastada de Gran Roque, e até menorzinha, então combinamos com o Juan Manuel de nos buscar mais cedo, e assim a gente poderia passear por Gran Roque na volta. 

domingo, 10 de junho de 2012

Madriski, uma piscina de água salgada


Acordamos com a Germania chamando pro Desayuunoo, e aquele sol brilhando lá fora. Acontece que depois de um dia inteiro de sol forte na pele muito branca, o Rodrigo estava sofrendo com o vermelhão e quase desistiu de ir. Acabou indo e se abrigando debaixo do guarda sol, o que não foi de todo mal, já que o estoque de Polarai tinha sido renovado de um dia pro outro. Sombra e cerveja fresca!  Depois de comprar nosso lanche no Mercado da ilha, fomos direto a baía pra pegar o barco que nos levaria a Madriski, mais um destino paradisíaco de Los Roques.  

quinta-feira, 7 de junho de 2012

10 coisas imperdíveis no Peru

Não sou uma grande adepta do "10 coisas pra se fazer", mas como é uma forma prática e resumida de dizer as coisas, bom, aí seguem 10 dicas práticas sobre o Peru:

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Franciski, a primeira ilha

Acordamos cedo pra aproveitar o dia e conhecer a primeira ilha da nossa lista, Franciski. É uma ilha próxima de Gran Roque, apenas alguns minutos de barco. 

Como íamos passar o dia todo na ilha, fomos até o Mercado de Gran Roque, algumas quadras depois da escola, e fizemos nosso estoque de coisas de comer, do tipo sanduíche de queijo e presunto, e coisinhas de beber (incluindo a Polarai). 
Voltamos a pousada e nos juntamos ao resto do pessoal pra pegar o barco.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Um paraíso chamado Los Roques

Combinamos com o taxista que nos levaria de volta a El Vigia pra pegar o vôo a Caracas. Bem cedinho, saímos de Mérida e embarcamos no avião da Venezolana rumo a capital. Chegando lá, fomos direto ao balcão da Chapi pra fazer o check-in pro paraíso! Esse fica na Terra mesmo, e logo ali na Venezuela. Ficamos com medo de ultrapassar a cota de bagagem, pois o avião é pequeno, mas as mochilas passaram no teste da balança. O teco-teco partiu na hora marcada, com todos os 8 assentos ocupados! Hehehehe 

terça-feira, 22 de maio de 2012

Artesanía e Helado


Viagem sem artesanato e souvenir? Claro que não! Dia de conhecer o Mercado Principal de Mérida! Ficamos sabendo que as bolachinhas confeitadas são produto nacional, e que café da Venezuela merece o nosso respeito. No mais, todo tipo de lembrancinhas e badulaques que a gente adora. No caso, eu e minha amiga adoramos. 

O Pico da viagem

Fomos conhecer a região mais desejada pelos turistas locais, a região da serra, onde se encontram diversos povoados e o Parque Nacional da Serra Nevada. Nossa van, um furgão antigo Dodge, levou nós quarto e mais alguns venezuelanos ao passeio. Vimos algumas plantações de alho e outras pequenas culturas na região, sempre bem vigiadas por espantalhos. Apesar de ter uma agricultura de subsistência, a Venezuela importava 70% de tudo que consumia até então, principalmente artigos industrializados, de acordo com um jornal local que lemos no caminho. 

Cordilheira, aqui vamos nós (de novo)

O vôo da Venezolana saiu do terminal nacional rumo a El Vigia, a cidade mais próxima com aeroporto, já que o de Mérida estava fechado passando por reformas. Graças ao precinho da gasolina, conseguimos pegar táxi até Mérida por uma pechincha. As montanhas fizeram parte da paisagem por todo o trajeto, dando uma amostra do que veríamos pela frente (e acima). 

Reconhecendo o território - Caracas

O Rodrigo e nossa amiga chegaram no sábado a noite e se hospedaram num hotel perto do aeroporto que oferecia transfer gratuito, o que facilitava a logística, já que nós quatro no encontraríamos no dia seguinte no aeroporto. O hotel se chamava Catimar, e ficava em Catialamar, uma região portuária próxima de Maiquetía, onde fica o aeroporto. Eu e nosso amigo chegamos no domingo pela manhã, e nós 4 nos reunimos como planejado para trocar os dólares que levamos por Bolívares, a moeda da República Bolivariana de Venezuela.

4 mochilas e um destino: Venezuela



Como parte da nossa vontade de conhecer a América do Sul, escolhemos a Venezuela como nosso destino de férias em Março de 2009. 
A princípio pensamos em aproveitar e conhecer a vizinha Colômbia, mas levando em conta os riscos de de cruzar a região de fronteira por terra entre os dois países por causa das FARC, estreitamos o roteiro e ficamos com a Venezuela apenas. 
Queríamos  conhecer a maior parte do país, de norte a sul, porém havia muitas notícias sobre sequestros nas estradas  e por isso não fomos muito a fundo no desbravamento. Pois é… 

Saiba como funciona o câmbio e outras dicas sobre a Venezuela


Depois de ler muitos relatos de viagem, descobrimos que há um conhecido câmbio negro no país. Enquanto a moeda oficial valia x, a moeda dos cambistas oferecida livremente no aeroporto internacional, era 5 vezes mais barata. O assédio de cambistas vai ser grande assim que você deixar a sala de desembarque.  Se você pechinchar, vai ter ainda mais vantagem.  Leve dólares, e isso não vale apenas pelo câmbio favorável. Como a taxa para uso de cartão de crédito está muito alta, leve boa parte do que for gastar em espécie, e faça saques em moeda local quando chegar. Esse site tem sido divulgado no circuito mochileiro e serve como base para a cotação "paralela": http://www.paralelovenezuela.com/.


Taxistas também são prováveis chatos na sua chegada, mas se você realmente precisar deles, pechinche. 

Não havia hostels na Venezuela na época, ao menos não conseguimos nenhum pra nossa viagem, portanto optamos por pequenos hotéis bem localizados e por preços camaradas, que reservamos pela internet. O único lugar que não fizemos reserva de hotel foi Los Roques, já que descobrimos que eles superfaturam os preços para estrangeiros que fazem isso! E ainda dão o preço em dólares…
Portanto, se você tem disposição de sobra, pode chegar a Los Roques e escolher sua pousada na hora mesmo, pagando muito mais barato. Como se trata de uma pequena ilha de pescadores, existem diversas pousadas simples e aconchegantes, mas que sequer tem site. Claro que isso depende da época do ano, não recomendamos fazer isso em alta temporada!

Também compramos nossas passagens de avião para Mérida assim que chegamos no país,  em moeda local, diretamente no guichê da empresa Venezuelana.  Isso significa que já economizamos um bocado no câmbio.
Fizemos o mesmo com a  passagem para Los Roques, compramos no Aeroporto de Caracas, diretamente no guichê da empresa Chapi Air. 
Há diversas empresas que fazem o trajeto até Los Roques, mas escolhemos a Chapi por ser uma das mais confiáveis, e o preço razoável. Ah, só não espere um super avião, pois como se trata de um pequeno arquipélago, apenas pequenos aviões chegam até lá (leia-se teco-teco mesmo).

O aeroporto de Caracas é muito grande, e tem dois terminais distintos, o nacional (de onde saem os vôos pra Los Roques e Merida, obviamente) e o internacional (de onde a gente sai, rsrs). É uma bela caminhada ir de um pra outro. Programe-se para não se atrasar caso tenha um vôo no terminal "ao lado".

terça-feira, 1 de maio de 2012

Peru, o retorno


Rumo a cidade branca

No dia seguinte saímos bem cedo e não tomamos café, mas surpresa: tinha café no busão! Tá certo que era chá com bolacha, mas que ônibus no Brasil tem isso? E o ônibus era razoavelmente confortável, em vista do que eu já vi (e vivi) no meu país! Adorei. 
O trajeto que fizemos na volta não era o mesmo da ida a Bolívia. Consistia em passar na cidade fronteiriça de Desaguadero, muito comentada no mundo mochileiro. Explico: a cidade, passagem obrigatória na travessia entre Peru e Bolivia pra quem não quer ou não precisa passar por Copacabana, é muito pobre e gira em torno da pequena agricultura, pesca e do pequeno comércio, tudo concentrado no sistema de feiras de rua da região. 

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Bolívia


Um (alti)plano de histórias

Amanhecia no altiplano e do longe dava pra ver o Titicaca, imponente e brilhante, era impossível ver o outro lado. Os ribeirinhos já estavam circulando, levando os animais para pastar, lavando roupa e fazendo outras atividades do dia a dia na beira do lago. Valeu a pena ver esse nascer do sol inesperado.
Um pouco depois nos transferiram pra van. Só esqueceram de avisar que seria no meio da estrada!

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Peru - parte I


Lima (pra começar) em Miraflores

Estávamos no mês de outubro de 2008. Chegamos a Lima depois de 5h de vôo, e de sobrevoar uma parte das cordilheiras. Nós estávamos bem empolgados, o dia estava bonito, apesar do céu cinzento de Lima. Quando estávamos saindo do aeroporto, esperando o transfer do hostel que vinha nos buscar, abrimos uma caixa de barrinhas de cereal (coisa de novato). Enquanto isso, o labrador da polícia comia a barrinha com os olhos. O Rodrigo resolveu dividir a barrinha dele com o labrador. Ah, que prato cheio! O cachorro só não disse obrigado porque não falava português, mas os policiais caíram na gargalhada, e a gente também, claro. Ah, as férias...
Nosso transfer chegou e fomos pro hostel. Esse é o típico lugar onde mochileiro se hospeda. Muitos ficam em hostels, ou albergues em português, por ser uma opção mais barata (existem quartos compartilhados) e também por ser um lugar perfeito pra se encontrar pessoas do mundo todo com os mesmos objetivos que os seus, sejam eles explorar a cultura local ou as baladas locais.

Peru e Bolívia - Roteiro

A nossa primeira viagem foi em 2008. O Rodrigo, meu noivo, já tinha feito 2 mochilões pela América do Sul, então resolvemos começar por um lugar novo para nós dois. Aí começaram as pesquisas, de atrações, distância, preço... entre outras tantas que nos vem a mente quando se pensa em viajar. Foi então que chegamos a conclusão que deveríamos ir para o Peru, e aproveitando a proximidade, também incluímos a Bolívia, um roteiro bem conhecido dos mochileiros.